quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Sanches reclama de oportunistas, mas procura plano B no Timão
Presidente do Corinthians está insatisfeito com declarações de alguns treinadores, mas ao mesmo tempo corre atrás de uma solução
Qual será a posição do Corinthians após o não de Parreira? Ainda negando que tenha se encontrado com o ex-treinador da Seleção Brasileira, o presidente Andrés Sanches diz não ter pressa para substituir o demitido Adilson Batista. Mas não é o que parece. Depois de o Timão completar seis jogos sem vencer no Brasileirão, o presidenteo aumentou a sua insatisfação. E agora está pressionado por uma solução.- Não vai ter técnico hoje, nem amanhã, nem depois...

Não estou conversando com ninguém e as especulações que estão surgindo são mentirosas – declarou Sanches, durante entrevista na concentração do Timão no Rio de Janeiro, quarta-feira.

O presidente corintiano reclamou bastante da postura da imprensa nesse período de indefinição do Timão. Afirmou que as pessoas pouco sabem do que acontece no clube, e que a maioria chuta, dando espaço para oportunistas.- Muita gente fica usando o Corinthians para se valorizar – afirmou o cartola.Até agora, a especulação mais forte, além de Parreira, foi em torno do nome de Joel Santana. Segundo Andrés Sanches o boato foi criado pelo empresário do técnico, Léo Rabello. Na última quarta-feira, o clube soltou uma nota oficial negando que tenha procurado Joel. O treinador também negou.O fato de soltar nota oficial não significa muito na história recente do Corinthians. Foi assim quando o nome de Ronaldo surgiu como opção para o ataque no fim de 2008 e também no fim do ano passado, quando o clube negociava com Iarley.Ligação de Teixeira e bilhete de Jair Pereira

Andrés Sanches chegou ao Rio de Janeiro na segunda-feira à noite, um dia antes da delegação alvinegra. A ideia era convencer Parreira a aceitar o convite do Timão. Não conseguiu.

Especulou-se também que ele estaria no Rio de Janeiro para conversar com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, sobre Copa 2014.Só que enquanto conversava com jornalistas na porta da concentração, ele recebeu um telefonema de Teixeira, direto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes.- Ô meu irmão, empresta o Mano um pouco para mim. Estou precisando (risos). Estão falando até que estou reunido com você – brincou Sanches.Logo em seguida, um dos membros do staff corintiano entregou ao presidente corintiano um papel com um telefone. Era o número do técnico Jair Pereira, há anos fora do grande centro do futebol. Ele riu ironicamente e amassou o “papel oferta”.

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